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Em Cabo Polonio não há luz, água encanada, nem gás. Não há carros transitando e uma vez lá você ficará off da civilização, já que não há sinal de celular e nem de internet. É um lugar de descanso absoluto!

A pequena vila de pescadores, como gosto de chamar a parte habitada do Parque Nacional Cabo Polonio, não há muita estrutura em relação aos outros destinos turísticos do Uruguai. Há alguns hostels para passar a noite, e o hotel mais bem estruturado que tem por lá é o La Perla del Cabo Hotel e Restaurante. Há restaurantes, vários, e em quase todos os hostels e outros no “centrinho”turístico do lugar. O bom de Cabo Polonio é que lá é de fato um lugar para desconectar, viver a natureza, passar o dia na praia, subir o farol e ficar horas admirando a vida dos lobos marinhos.

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Turistas caminhando em direção ao Farol. (Foto: Pedro Serra)

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Lobo dorminhoco. (Foto: Pedro Serra)

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Surfistas em Cabo Polonio. (Foto: Átila Ximenes)

Como chegar:

Cabo Polonio está a 50 km de La Paloma e a 61km de Punta del Diablo. Fomos de carro, mas há vários horários de ônibus todos os dias cruzando a região de Rocha. Na entrada do parque há estacionamento e pagamos 200 pesos por 24h. Fica a dica para você que vai de ônibus: na bilheteria, ao comprar o transporte da entrada até Cabo Polonio, compre logo o bilhete do seu ônibus para o seu próximo destino, porque no retorno os horários são curtos e tinham muitas filas para comprar na hora.

Além do caminhão, que é equipado com bancos e tem duração de 30 minutos de viagem, você poderá chegar em Cabo Polonio caminhando ou sendo puxado por cavalos em uma carroceria – não recomendo, afinal os cavalos não nasceram para prestar esses tipos de serviços, não é mesmo? 😉

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Turistas esperando o transporte. (Foto: PEdro Serra)

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Bilhetes de ida e volta do caminhão que nos leva até Cabo Polonio. (Foto: Átila Ximenes)

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Horários dos ônibus. (Foto: Átila Ximenes)

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Os aventureiros de Cabo Polonio. (Foto: Átila Ximenes)

Quanto tempo ficar?

Fiquei apenas uma noite – infelizmente – mas acho que três noites são perfeitas para um detox da tecnologia.

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Eu com o meu chapéu de palha que comprei nas lojinhas de artesanato em Cabo Polonio. 🙂 (Foto: Pedro Serra)

Onde ficar? 

La Perla del Cabo, sem dúvidas. É o hotel mais estruturado e tem um restaurante com cara de bom, mas nem fiquei lá e nem comi no restaurante, estou falando mais do que pude ver por fora e recepção. Hostels, tem vários! Dormimos em um, onde pagamos $500 a noite, em um quarto compartilhado. Leve lanterna! Ficar em quarto compartilhado no escuro é meio louco, mas me virei bem com a lanterna do celular.

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O que fazer? 

Reserve um dia para caminhar até as dunas de Valizas, não fiz, mas falaram que é bem bonito. Além de não fazer nada e ficar na praia relaxando, não deixe de subir no farol ($45), observar os lobos marinhos e curtir os dois lados da praia. O pôr do sol é lindo em Cabo Polonio, não perca esse momento do dia. Ah! Se você curte surfar, lá tem umas ondas legais…

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Paz e tranquilidade. (Foto: Pedro Serra)

É pra quem?

No geral Cabo Polonio é um destino para quem é mochileiro/aventureiro, mas há estrutura e conforto para viagens em família, por exemplo.

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Turistas esperando o transporte. (Foto: PEdro Serra)

Perfil dos turistas:

Muitos, muitos europeus, jovens, mochileiros e que estão viajando pela América do Sul.

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Cabo Polonio parou no tempo! (Foto: Pedro Serra)

Serviço

Parque Nacional Cabo Polonio, Rocha, Uruguay

Site oficial: turismorocha.com.uy

Telefone para informações turísticas: 4472-3100 e 4472-9728

Voltaremos, Cabo Polonio! (Foto: Pedro Serra)

*A #UruguaiWeekVCL é um projeto de conteúdo do blog Vou Contigo Lifestyle em parceria com o Uruguai Natural, órgão responsável pelo turismo do Uruguai.